Categories
Galeria Escondida

Webinar AML – Tecnologias para apoio à aplicação da ABR na PLD/FT

Confira abaixo na íntegra o vídeo do webinar AML – ‘Tecnologias para apoio à aplicação da ABR na PLD/FT‘, que ocorreu na terça-feira – 23/06 – e contou com mais de 200 profissionais participantes. Os especialistas discorreram sobre legislação, implementação e tecnologias utilizadas para aplicação da ABR na prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

Categories
Artigos

Abordagem Baseada em Risco na PLD/FT é tema do primeiro webinar da AML

Com o tema “Tecnologias para apoio à aplicação da Abordagem Baseada em Risco na PLD/FT”, o primeiro webinar da AML foi realizado dia 23 de junho de 2020. O evento, que teve mediação do consultor Nelson Rodrigues de Oliveira – Ex chefe-adjunto do Departamento de Supervisão de Conduta do Banco Central – contou com a presença online de 200 profissionais interessados em conhecer mais sobre o assunto.

Origem e Conceito da ABR

Na primeira parte da apresentação, o especialista em PLD/FT, Joaquim Cunha Neto, ex-diretor de Inteligência Financeira e Supervisão do COAF e atual diretor-executivo da AML, explicou o conceito de Abordagem Baseada em Risco (ABR) no âmbito da PLD/FT, pela ótica do GAFI (Grupo de Ação Financeira Internacional), lembrando o momento, no início da década passada, em que a entidade passou a adotar, oficialmente, a filosofia da ABR, ressaltando a sua importância para a prevenção e o combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

“Em 2003, o GAFI recomendou a aplicação da ABR em algumas áreas de PLD/FT, mas ainda de forma incipiente. Já na atualização de 2012 a ABR passou a ser considerada base essencial da estrutura de prevenção à lavagem de dinheiro, deixando de ser uma mera sugestão e tornando-se uma exigência”, explicou Joaquim, que ainda falou sobre Avaliação Nacional de Risco e de sua importância na mitigação riscos de PLD/FT para os países.

O diretor executivo da AML também salientou que “a ABR não é um fim em si mesma, mas sim um mecanismo de suporte na aplicação de PLD/FT” e que as avaliações de riscos não são estáticas, mas “mudam com o tempo e se desenvolvem da mesma forma que as ameaças evoluem”.

O que dizem os órgão regulatórios nacionais

Na sequência, Geraldo Magela, ex secretário-executivo do Banco Central, CEO da GMS Perspectivas e parceiro da AML – especialista em PLD/FT, tratou dos atores envolvidos nos procedimentos aplicados à prevenção e ao combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, distinguindo os que trabalham na prevenção daqueles responsáveis pelo combate aos referidos crimes.

Ressaltou que, na prevenção, temos os setores obrigados a atuar na PLD/FT, previstos na Lei 9.613. como o financeiro, valores mobiliários e seguros, cujas comunicações dão condição ao COAF de elaborar relatórios de inteligência para enviar aos órgãos de combate, como o Ministério Público. Afirmou, também, a necessidade de diferenciar as políticas aplicadas à prevenção à lavagem de dinheiro das utilizadas no financiamento do terrorismo. “São legislações diferentes e carecem de abordagens com base no risco aplicadas de forma distinta”.

Após detalhar as obrigações dos reguladores e pregar a troca de procedimentos de compliance por um sistema de gestão de maneira sistêmica, Magela encerrou sua argumentação defendendo – como suporte transversal à gestão – a estrutura normativa interna, os programas de capacitação em módulos (público alvo e  conteúdo) e as ferramentas e soluções tecnológicas – um gancho para a entrada do próximo palestrante, Luis Ramiro, diretor especialista em implantação de programas de PLD/FT da AML.

Ebook História da PLD/FT

A aplicação da Abordagem Baseada em Risco

Com décadas de experiência nesse mercado, Ramiro determinou os passos necessários para a implantação bem sucedida da Abordagem Baseada em Risco nas empresas. O processo tem início com a criação de uma matriz de risco dos produtos e serviços oferecidos pela instituição financeira, que visa traçar seu apetite de negócios e, posteriormente, suas vulnerabilidades.

“Só depois de passar por essa etapa é possível definir quais ações devem ser adotadas. É a partir da definição dessa matriz de risco que começamos a definir a ABR daquela instituição”, explicou Ramiro, citando os passos necessários até a chegada na classificação de risco de clientes e seu monitoramento – etapas em que ferramentas como o AML Due Diligence e o AML Monitor entram e ação.

Tecnologias de apoio à aplicação da ABR

Para falar delas e de como a tecnologia beneficia a prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, o diretor de TI da AML e especialista em tecnologias para PLD/FT, Willian Gigliotti, tomou a palavra na última parte do webinar. Além de narrar a experiência da empresa em Abordagem Baseada em Risco – a AML é pioneira nesta área, ele demonstrou, com exemplos, como informações sensíveis foram estruturadas a partir dessa mudança.

“Fizemos há cinco anos a primeira avaliação de risco em nossos perfis cadastrados. Já tínhamos uma base de dados rica e robusta, porém era preciso conseguir diferenciar os perfis cadastrados quanto ao Risco e Impacto da perspectiva de lavagem de dinheiro. Segmentamos nossos critérios de avaliação em três grupos: Forma de Atuação, Recorrência e Capacidade Financeira”, relatou ele, salientando que graças a essa estruturação as buscas e notas são atribuídas aos nomes pesquisados.

Ao fim, Willian compartilhou sua tela com os participantes, demonstrando, na prática, como funciona a busca do AML Due Diligence. No exemplo, comparou o cadastro de um criminoso notório em tráfico de drogas com o de uma pessoa presa apenas uma vez pela posse de maconha – a nota desse era dez vezes menor que a nota daquele.

Confira a gravação do Webinar ‘Tecnologias para apoio à aplicação da ABR na PLD/FT’.

Banner Risk Money Due Diligence

Categories
Artigos Destaques

Soluções para PLD/FT e Integridade são o foco dos webinares da AML

O combate à corrupção e lavagem de dinheiro nunca esteve tão em alta quanto agora. A busca por programas de compliance eficientes e a adesão de empresas a prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo cresce a cada dia. Com foco nesse mercado, a AML Risco Reputacional organizou dois webinares voltados ao que existe de mais avançado em soluções para PLD/FT e Programas de Integridade.

O primeiro, realizado no dia 23/06 às 14h, aborda as tecnologias para apoio à aplicação da ABR na PLD/FT. Nele, grandes especialistas do mercado abordarão, de modo conceitual e prático, a metodologia de Abordagem Baseada em Risco, 1ª Recomendação do GAFI (Grupo de Ação Financeira Internacional) às instituições envolvidas na PLD-FT.

Os participantes serão atualizados sobre a implicação legal da ABR segundo os principais órgãos reguladores nacionais, além de tópicos como classificação de risco no onboarding, monitoramento transacional para geração de alertas, novas regulamentações e a importância do uso de soluções tecnológicas, com cases de sucesso.

O segundo webinar, marcado para 30/06 às 10h, tem como objetivo demonstrar as principais tecnologia e soluções para compliance e programas de integridade. Profissionais gabaritados no assunto vão expor o que há de mais relevante sobre políticas e procedimentos, classificação de risco e gerenciamento, auxílio nos programas de conhecimento (KYE, KYS e KYP) e ferramentas otimizadoras de processos – entre outros temas.

Voltados a todas as organizações que zelam pela eficiência interna de gestão de riscos regulatórios e reputacionais, os webinares da AML vão ao encontro de instituições que buscam ainda um desenvolvimento de seus valores, adotando o combate a práticas ilícitas e atendendo às exigências legais, normativas e éticas dentro das políticas do seu negócio.

Clique aqui para participar dos webinares:

23/06 – Tecnologias para apoio à aplicação da ABR na PLD-FT – às 14h00

30/06 – Tecnologia e soluções para Compliance e Programas de Integridade – às 10h00

Categories
Artigos Due Diligence

7 passos para evitar que sua empresa seja envolvida com lavagem de dinheiro 

Para descobrir se a sua organização corre o risco de estar envolvida com lavagem de dinheiro, é necessário adotar medidas que estejam em conformidade com a Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (9.613/1998). Esses procedimentos devem ser implementados de acordo com o perfil de riscos da empresa, visando assegurar que estejam alinhados aos seus objetivos estratégicos, porte e segmento de atuação. Por isso, a AML Risco Reputacional preparou algumas dicas de ações para a identificação e prevenção ao crime de lavagem de dinheiro: 

1. Comprometimento da alta administração 

Os ocupantes dos altos cargos devem estar comprometidos com essas ações e servirem de exemplo para os demais colaboradores, além de exigir que a instituição adote e cumpra procedimentos éticos que respeitem a lei de prevenção à lavagem de dinheiro. 

2. Estruturar e fortalecer a atuação de uma área de Compliance 

Compliance pode coordenar as ações de prevenção à lavagem de dinheiro. Contudo, é necessário que seja uma área forte, autônoma e com acesso direto à alta administração. 

3. Definir e aplicar o Código de Ética e Conduta 

Estabelecer, divulgar e incentivar a prática dos compromissos éticos da organização, que devem estar em sintonia com as exigências da lei e regulamentações de prevenção à lavagem de dinheiro. Essas políticas devem ser formalizadas e amplamente divulgadas a todos os funcionários, fornecedores, parceiros, clientes e demais agentes que mantenham relações com a empresa. 

4. Treinamento periódico de funcionários e terceiros 

Desenvolver e promover programas de treinamento e de conscientização de todos os integrantes da empresa sobre as políticas e normas internas e externas da organização, a fim de atualizá-los sobre a importância de se prevenir a lavagem de dinheiro e alertá-los em relação às sanções aplicáveis em caso de violação dessas políticas. Esses treinamentos podem ser realizados através de cursos, palestras, workshops ou ferramentas de EAD, mantendo-se sempre os registros e evidências das ações realizadas. A AML oferece, por exemplo, diversas opções de educação corporativa, como treinamentos online (EAD), cursos e palestras para empresas.

 

5. Implementar metodologias e ferramentas de controle 

Nos dias atuais, torna-se indispensável a utilização de metodologias e ferramentas que permitam a identificação de operações e situações atípicas ou suspeitas de lavagem de dinheiro. O AML Monitor pode auxiliar as instituições no monitoramento de transações financeiras e informações cadastrais de seus clientes. A plataforma pode ser customizada de acordo com as demandas e necessidades específicas de cada usuário, permitindo a geração de alertas relevantes a partir de regras estabelecidas conforme as diretrizes e a política de PLD-FTP da instituição e geração de XML para comunicação ao COAF.

6. Política de aceitação e monitoramento de clientes, fornecedores e prestadores de serviços 

Aplicar as políticas conheça seu cliente (KYC), seu colaborador (KYE), seu fornecedor (KYS) e seu parceiro de negócios (KYP), a fim de constatar a idoneidade de todas as contrapartes que se relacionam com a instituição.

Adote procedimentos para a verificação dos padrões de ética e conduta dessas contrapartes para identificar possíveis envolvimentos em atividades ilícitas, como o enriquecimento repentino. Confronte as informações cadastrais com as respectivas operações financeiras, além de analisar, antes da aceitação de um novo cliente, funcionário, fornecedor ou parceiro, seu possível envolvimento com crimes.

Com a solução AML Due Diligence, as organizações podem contar com uma tecnologia que auxilia na avaliação de risco dos clientes, ao utilizar-se da metodologia de Abordagem Baseada em Risco – ABR e do maior banco de informações reputacionais, com perfis CPF e CNPJ, da América Latina. Ajuda na classificação de risco no onboarding e oferece consultas automatizadas via API.

 

7. Política de monitoramento e investigação que contemple medidas disciplinares em caso de violação 

Implantar ações de monitoramento e auditoria periódica, como também a disponibilização de canais de denúncias, são algumas medidas para identificar desvios de conduta. Em caso de violação ética ou de conduta, aplicar as sanções cabíveis aos infratores, como o desligamento de um funcionário, a descontinuidade da relação de negócios com um fornecedor e até mesmo a comunicação dessas infrações aos órgãos competentes, quando aplicável. 

 

Categories
Artigos

5 regiões mais sensíveis à PLD-FTP

São muitas as minúcias que envolvem o combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. Além de uma série de atividades e profissões que devem ser analisadas mais a fundo, determinadas regiões, por sua localização física, atividade econômica predominante ou mesmo por histórico de ocorrências, acabam sendo atrativas para a realização de operações criminosas – e, por isso, disparam o sinal de alerta dos especialistas.

Zonas de Fronteira

Um dos principais exemplos são as zonas de fronteira – que, no caso de um país continental como o Brasil, são muitas. A mais famosa delas, a Tríplice Fronteira, localizada entre Brasil, Paraguai e Argentina, é reconhecidamente foco de atividades envolvendo células terroristas. Por isso, é preciso ter cuidado ao avaliar atividades financeiras realizadas nessa região ou por pessoas que nela vivem.

“Não necessariamente todos que vivem nessas localidades são pessoas de risco. Mas algumas atividades naturalmente possuem risco mais alto por conta de região fronteiriça. Uma factoring localizada em uma cidade de fronteira, por exemplo, pode fazer uma troca de moeda apenas ao atravessar a rua e mudar de país”, avalia Luis Ramiro, diretor especialista da AML Risco Reputacional, líder nacional no mercado de soluções e serviços de PLD-FTP.

 

Regiões com foco em logística

Mas essa preocupação não é restrita às fronteiras. Portos e aeroportos também são visados por criminosos por conta de ações que envolvem o tráfico de drogas e o financiamento ao terrorismo. Da mesma forma, cidades próximas a rodovias federais, onde paradas para mudanças de cargas são comuns, também se encontram entre as regiões de risco.

Presídios e bairros com histórico de milícias

“Entram nessa lista cidades localizadas perto de presídios federais, onde surgem comunidades formadas por pessoas que mudam para lá apenas para ficarem próximas dos detentos. E também bairros de grandes metrópoles com atividades criminosas reconhecidas, como é o caso da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, onde ocorrem ações de milícias“, aponta o especialista.

Distrito Federal

Pela alta concentração de políticos e, consequentemente, de Pessoas Expostas Politicamente (PEP), a capital federal, Brasília, é considerada uma localidade de risco. “Apesar de não existir uma lista escrita por nenhum regulador, no Brasil devem existir aproximadamente 120 regiões de risco”, observa Ramiro.

O especialista salienta ainda a importância de instituições que atuam no combate à PLD-FTP contarem com o apoio de ferramentas capazes de detectar essas minúcias em suas transações e relacionamentos com clientes e terceiros, como as soluções tecnológicas oferecidas pela AML.

As instituições podem concentrar seus esforços de vigilância nas operações e situações que apresentem maior risco, a exemplo das regiões mais sensíveis à LD-FTP, minimizando as exigências para as situações de baixo risco. Para auxiliar nessa atividade, as AML Due Diligence e AML Monitor se apresentam como excelentes alternativas, sendo que esta última possibilita ainda a comunicação direta ao COAF.

Entre em contato conosco para entender como nossas soluções podem melhor auxiliá-lo na gestão dos riscos financeiros, regulatórios e reputacionais de sua empresa.

 

 

Categories
Artigos

Programa de Integridade como aliado em tempos de pandemia

O enfrentamento da pandemia causada pelo Covid 19 tem gerado, inevitavelmente, uma crise de saúde, econômica e social, cujo impacto provavelmente será vivenciado durante um longo período. Toda crise gera rupturas e transformações, especialmente quando se trata de uma crise de grandes proporções, em que as empresas precisam se reinventar para conseguirem permanecer firmes no mercado.

O grande problema é que no meio de tantas preocupações das empresas, muitas vezes os Programas de Integridade são esquecidos ou até mesmo descartados, para dar lugar a procedimentos de urgência necessários para lidar com os novos desafios. Nas brechas que surgem nesse momento, em decorrência da urgência na tomada de decisões somada à pressão para manter o desempenho comercial, podem entrar fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro, entre outras ameaças que seriam barradas pelos procedimentos de controle em outras circunstâncias.

Porém, por essa ótica, o Programa de Integridade e a urgência das ações de enfrentamento da empresa parecem movimentos antagônicos, o que não é verdade. Aliás, o que ocorre na prática é que eles são grandes aliados. Quando a empresa consegue aliar procedimentos de integridade com ações de enfrentamento de crise, os resultados são muito melhores e a imagem da empresa fica preservada e possivelmente ainda mais forte.

Benefícios do Programa de Integridade em período de crise

Mas por que isso acontece? Um Programa de Integridade traz uma série de benefícios, que são essenciais em um momento como esse. Por exemplo, prever e mitigar diversos tipos de riscos, evitar o descumprimento de normas, segurança e confiança na estabilidade da empresa, padronização de procedimentos e comportamentos, sendo que todos esses fatores aumentam a credibilidade da empresa no mercado.

Desafios e Soluções

 

No entanto, é certo que a rotina de um Programa de Integridade em um período de crise é diferente de um período normal. Especialmente se considerar que muitas empresas tiveram que determinar, de forma brusca e inesperada, que os colaboradores atuassem no teletrabalho ou home-office, sem terem tido a possibilidade de estruturar previamente um plano de controle e segurança.

Desse modo, é preciso utilizar a criatividade para adaptar o programa à nova realidade, sem negligenciá-lo, ainda que seja necessário reduzir custos. A integridade está diretamente relacionada com a ética, e, portanto, não precisa de procedimentos muito elaborados para colocá-la em evidência.

Para isso, veja algumas dicas de atitudes simples para serem implementadas, mas que podem contribuir muito nesse processo:

    • Divulgar fortemente as políticas e procedimentos da empresa para funcionários e terceiros, adaptando a linguagem ao momento atual e reforçando os pontos mais importantes para manter a integridade da empresa;
    • Intensificar e reciclar os treinamentos dos colaboradores, reforçando conceitos relacionados à segurança de informações, prevenção de fraudes e prevenção à lavagem de dinheiro. Nesse momento, treinamentos online são uma ótima solução;
    • Investir em plataformas otimizadoras de processos, para dar mais segurança e agilidade aos procedimentos;
    • Verificar a utilização e o funcionamento do canal de denúncias;
    • Garantir que a empresa se adeque aos atos normativos transitórios e permanentes que estão sendo constantemente editados para enfrentamento da pandemia e da crise;
    • Implementar ou reforçar medidas de transparência, especialmente no relacionamento com o setor público;
    • Seguir os direcionamentos apontados pela Controladoria Geral da União (CGU), especialmente aqueles desenvolvidos para o momento atual, como a cartilha “Boas práticas de integridade nas relações público-privadas em tempos de pandemia.

Dessa forma, é possível adequar o Programa de Integridade para que ele funcione com mais celeridade, sem perder a eficácia e ainda obter uma série de benefícios extremamente importantes para o enfrentamento de qualquer crise. É evidente que é importante ter flexibilidade e bom senso, para tomar atitudes de forma prudente e coerente com a cultura de integridade da empresa.

Lembre-se que o Programa de Integridade é aliado e não inimigo! A empresa deve somar esforços para garantir que ele permaneça sendo respeitado, ainda que com as devidas adaptações.

E se a sua empresa ainda não possui um Programa de Integridade, não aguarde a crise passar! Quanto antes o programa for implementado, mais rápido virão os resultados e benefícios.

Quer saber como a AML pode lhe ajudar para otimizar o Programa de Integridade de sua empresa? Entre em contato com nossos especialistas.