Que informações não podem faltar na Avaliação Interna de Risco?

A Avaliação Interna de Risco é um dos procedimentos de Prevenção à Lavagem de Dinheiro exigidos pelos principais órgãos reguladores. Prevista na Circular 3.978/20 do BACEN, na Instrução 617/19 da CVM e na Circular 612/20 da Susep, é uma exigência normativa que tem como objetivo identificar e mensurar o risco de utilização dos produtos e serviços da organização na prática da lavagem de dinheiro e do financiamento do terrorismo. A partir da Avaliação Interna de Risco, é possível desenhar um plano de ação para a mitigação dos riscos encontrados.

 

Como é realizada da Avaliação Interna de Risco?

Para a realização da Avaliação Interna de Risco, é necessário seguir as instruções normativas, que exigem as seguintes classificações de risco:

  • Classificar todos os produtos e serviços da organização em níveis de risco, abrangendo os canais de distribuição e a utilização de novas tecnologias;
  • Classificar as operações e transações em níveis de risco, também abrangendo os canais de distribuição e a utilização de novas tecnologias;
  • Classificar os clientes em níveis de risco;
  • Classificar os funcionários, parceiros e prestadores de serviço terceirizados, bem como suas atividades em níveis de risco.

Ou seja, todas as atividades e pessoas do relacionamento da organização devem ser classificadas em níveis de risco, o que permitirá o desenvolvimento de estratégias para lidar com esses riscos.

A avaliação dos riscos deve considerar a probabilidade e o impacto de sua ocorrência. Além disso, devem ser observadas as listas restritivas nacionais e internacionais de pessoas e de países, bem como as melhores práticas nacionais e internacionais de PLD/FT.

Todo o procedimento deve ser documentado e revisado periodicamente.

Essas são as informações imprescindíveis para uma adequada Avaliação Interna de Risco, de acordo com as normas editadas pelo BACEN, CVM e Susep. Porém, é evidente que cada uma das normas tem suas particularidades e seu nível específico de detalhamento, então é importante efetuar uma leitura bem atenta.

É recomendável, ainda, que a avaliação de cada um desses grupos de risco seja feita de forma detalhada, integrada aos sistemas e ferramentas utilizados pela instituição. Também pode ser útil uma visão gráfica, para uma melhor análise do diagnóstico de riscos da organização.

 

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