Presidente do Parma é preso por lavagem de dinheiro


O presidente do clube de futebol Parma, lanterna do campeonato italiano e à beira da falência, foi detido nesta quarta-feira ao lado de outras 22 pessoas acusadas de vários crimes, incluindo lavagem de dinheiro e uso de cartões de crédito clonados.

Giampietro Manenti, que assumiu a presidência do clube em fevereiro, havia prometido pagar as dívidas do clube.

Manenti, de 45 anos, é administrador delegado do Mapi Group, uma empresa de serviços que tem sede na Eslovênia e que está na órbita da gigante de gás russa russo Gazprom.

A justiça italiana suspeita que os detidos seriam culpados de formação de quadrilha, desvio de recursos públicos, fraude e lavagem de dinheiro, com circunstância agravante por métodos mafiosos, segundo o jornal Gazzetta dello Sport.

Um tribunal pode decretar na quinta-feira a falência do Parma, clube com dívida líquida de 56 milhões de euros.

O clube italiano conquistou três títulos europeus (Recopa-1993 e as Copas da Uefa de 1995 e 1999).