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Lista PEP da AML ultrapassa meio milhão de perfis cadastrados

A Lista PEP (Pessoas Expostas Politicamente) da AML Risco Reputacional já conta com 1.190.811 perfis cadastrados, tendo por base os critérios estabelecidos na legislação, nas novas regulamentações e nas melhores práticas nacionais e internacionais. 

A abrangência, flexibilidade e assertividade tornam a lista PEP da AML a mais completa do mercado e tem possibilitado às empresas o detalhamento sobre as PEPs titulares e os representantes, familiares ou estreitos colaboradores, além de perfis que se enquadram em melhores práticas.

Preparada para atender a nova Circular 3.978/2020 do Banco Central do Brasil, que entrará em vigor no segundo semestre, a lista PEP da AML opera atualmente em conformidade com a Circular 3.461 do Bacen, a Resolução 29/2017 do Coaf e exigências de demais órgãos reguladores, sendo utilizada por centenas de instituições de grande, médio e pequeno portes, entre bancos, seguradoras, fundos de investimentos, corretoras de câmbio, financeiras, cooperativas de crédito, fintechs, empresas de bens de luxo entre outros segmentos de mercado.

Essa lista, que representa um dos 5 módulos integrados à solução tecnológica AML Due Diligence, oferece ainda benefícios como:

– Score de Risco de cada perfil, para Classificação do Cliente e auxílio na Avaliação Interna de Risco; 

– Consultas manuais ou automatizadas via API, através de CPF/CNPJ;

– Mais de 90% de perfis com CPF / CNPJ;

– Possibilidade de download das informações.

Ou seja, trata-se de uma Lista PEP constantemente atualizada, com solidez e dinamismo nas consultas e a partir de agora com mais de meio milhão de perfis cadastrados, que auxilia as empresas na tomada de suas decisões em relação à caracterização de PEPs titulares, relacionados e melhores práticas, de acordo com as exigências regulatórias e respectiva política e diretrizes internas de PLD/FT.

 

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Seguradoras a um passo de renovarem suas obrigações no combate à lavagem de dinheiro

Diversas medidas de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLD/FT) são atribuídas por Lei a instituições e seus respectivos profissionais atuantes em uma gama de setores do mercado, como bancos, cooperativas de crédito e cartórios. Tais práticas criminosas são responsáveis por relevantes perdas financeiras e reputacionais no país, apontado pelo Relatório Global de Fraude & Risco da Kroll de 2019 como campeão em lavagem de dinheiro no mundo. 

Daí a importância em ampliar as obrigações contra esses crimes para outros segmentos, como ocorre atualmente com o setor de seguros. Acostumadas a lidar com fraudes, seguradoras e corretoras de seguros já protegem seu mercado contra o crime de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo há mais de duas décadas – mais precisamente desde o surgimento da Lei nº 9.613/98

Agora, uma consulta pública levantada pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), que ocorre de 08/04/2020 até 12/05/2020, quer expandir para 48 artigos a norma atual – Circular SUSEP 445/12, que conta com apenas 19. Entre as modificações propostas, um dos destaques é o aumento do rigor no monitoramento por meio de uma lista de Pessoas Expostas Politicamente (PEPs), agentes públicos que desempenham ou tenham desempenhado, nos cinco anos anteriores, no Brasil ou em outros países, cargos ou funções públicas relevantes, assim como seus representantes, familiares e estreitos colaboradores. 

Além disso, as mudanças implicam na inclusão de novos critérios para a análise das operações que devem ser comunicadas ao COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e adoção de requisitos detalhados de procedimentos para avaliação interna de riscos e elaboração do relatório de efetividade da mesma.

 

Fazem parte do novo pacote a criação de um cadastro único das informações exigidas referentes a seus clientes, beneficiários, terceiros e outras partes relacionadas, assim como o estabelecimento do prazo de guarda das informações por cinco anos, após o encerramento da relação contratual.  

Diante desse cenário, seguradoras e corretoras de seguros deverão adotar a abordagem baseada em risco (ABR), um conjunto de processos capazes de identificar, avaliar, monitorar, administrar e mitigar os riscos de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo – uma exigência do Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI/FATF) para instituições que passam a integrar a PLD/FT. 

Se aprovada, a nova regra entrará em vigor 120 dias após sua publicação – com exceção dos artigos que tratam do cumprimento das Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), os quais terão vigência imediata. Daí a importância de seguradoras e corretoras de seguros estarem prontas para lidar com essa nova realidade. 

Para isso, é importante contar com empresas com know how nesse mercado, como a AML Risco Reputacional, líder nacional no mercado de soluções e serviços de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo. Entre eles, estão o fornecimento de tecnologias de due diligence para gestão de riscos de clientes e terceiros, assim como de monitoramento de cadastros e transações financeiras para detecção de situações suspeitas; a capacitação de colaboradores com cursos e treinamentos online sobre fraudes e PLD-FT e consultoria focada nas necessidades da instituição. 

Quer saber como a AML pode auxiliar a sua empresa em soluções de gestão de riscos para o segmento de seguros? Entre em contato com nossos especialistas.

 

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A necessidade de capacitar colaboradores em PLD-FT

Colaboradores capacitados são essenciais para que as empresas que atuam na prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLD/FT) cumpram com as as exigências legais dos órgãos reguladores. Para isso, é importante que cada profissional seja capacitado em todas as normativas sobre o tema PLD/FT, regulamentações específicas e melhores práticas nacionais e internacionais.

De acordo com a resolução 21/2012 do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), os treinamentos de PLD/FT devem ser aplicados e revalidados anualmente, para que sejam revistas mudanças nas regras, novas formas de lavagem de dinheiro e modalidades recentes de casos.

Para auxiliar as instituições, a AML Risco Reputacional, líder nacional no mercado de soluções e serviços de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo, oferece pacotes com cursos avançados de PLD/FT, treinamentos online para a plataforma EAD customizados e palestras e cursos feitos de acordo com a demanda do cliente. 

Curso Avançado de PLD/FT

Com base na formação dos colaboradores envolvidos com a área de PLD/FT, o curso avançado de PLD/FT da AML oferece conteúdos necessários para preparar e aperfeiçoar os conhecimentos de quem precisa identificar e reportar operações suspeitas ao COAF, bem como as melhores práticas de mercado para controles internos, aplicação de metodologias e utilização das ferramentas para o monitoramento de transações e clientes.

Treinamentos Online Customizados

Com a possibilidade de ser executado no tempo do cliente, os treinamentos online de PLD/FT foram desenvolvidos com linguagem de fácil entendimento, tornando a experiência eficiente e agradável. Eles são customizados de acordo com o segmento da instituição, divididos entre bancos e financeiras, corretoras de câmbio e correspondentes cambiais, seguradoras e corretores, cooperativas de crédito, cartórios/notários, entre outros. 

Os treinamentos podem contar com o uso da plataforma de EAD da AML, com fundamentação de situações suspeitas, simulados, prova, além de emissão de certificado individual e consolidado.

Cursos e Palestras Customizados

A AML oferece ainda cursos e palestras ministrados por especialistas e segmentados para os setores obrigados – regulados por Banco Central, CVM, SUSEP e demais órgãos reguladores.

Quer saber como a AML pode auxiliar a sua empresa para a capacitação em PLD/FT? Entre em contato com nossos especialistas.

 

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Comunicação ao COAF: conheça as diferenças entre automática e suspeita

É importante que as empresas e instituições conheçam os dois tipos de comunicação utilizadas pelos sistemas de PLD-FT: automática e suspeita. A primeira diz respeito a operações cuja natureza são de interesse da unidade de inteligência financeira, como um saque ou depósito em espécie no valor igual ou superior de R$ 50 mil, por exemplo. 

“São situações que não demandam análise de mérito. Aconteceu, comunica-se”, diz o diretor executivo da AML.” Já a comunicação suspeita pressupõe uma análise de mérito. Em todas as normas que regulamentam esse tipo de comunicação, os verbos estão sempre na condicional, ‘podem indicar suspeitas’ e ‘devem ser analisadas’. Se consideradas suspeitas, comunica-se ao COAF. Ou seja, você detecta, analisa e se tiver suspeição, envia”.

Os dois tipos de comunicações são importantes para a Unidade de Inteligência Financeira: a primeira da conta de operações que pela sua natureza são importantes para o trabalho de análise; a segunda relata situações atípicas que podem efetivamente indicar a ocorrência de lavagem de dinheiro e outros crimes.

Saiba mais sobre a importância da qualidade na comunicação ao COAF

“Um bom relatório de inteligência do COAF, enviado às autoridades de persecução criminal, deve conter uma mescla de ambos os tipos de comunicações. Não adianta só contar a história e não dizer qual foi o volume financeiro envolvido naquela situação suspeita. Da mesma forma, não adianta mandar uma planilha de dados seca, sem nenhum contexto. É como aprender física só por equação sem conhecer física teórica. Uma coisa não anda sem a outra”, exemplifica Cunha. 

Para auxiliar as pessoas obrigadas a realizarem comunicações com qualidade, sejam automáticas ou suspeitas, a AML oferece sua expertise aos comunicantes. Seja por suas ferramentas de monitoramento transacional e escoragem de risco de clientes e não clientes (AML Monitor e AML Due Diligence), seja com seus treinamentos online e in company de qualificação e atualização de profissionais que atuam na prevenção à lavagem de dinheiro ou mesmo oferecendo consultorias, com a participação de especialistas com longa experiência no tema.

Quer saber mais sobre como a AML pode auxiliar a sua empresa na realização de comunicações ao COAF? Entre em contato com nossos especialistas.

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Avaliação Interna de Risco em detalhes

Instrumento essencial para empresas e instituições que atuam na prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, a avaliação interna de risco ainda levanta dúvidas sobre sua aplicação, alcance e vantagens. Mas antes de detalhar seu funcionamento, é importante entender exatamente o que ela representa. 

“A Avaliação Interna de Risco é um estudo técnico que tem por objetivo identificar e analisar os possíveis riscos presentes no ambiente das empresas. E é de suma importância conhecer esses riscos para criar controles necessários de prevenção, principalmente quando falamos de instituições financeiras que atuam contra os crimes de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo”, contextualiza Luis Ramiro, diretor especialista da AML Risco Reputacional.

Seja por obrigações legais, como acontece com instituições do sistema financeiro e de outros setores enquadrados na Lei 9.613/98, ou por empresas interessadas em conhecer a fundo suas vulnerabilidades, a avaliação interna de risco sempre começa com um levantamento minucioso, técnico e profundo cujo foco é identificar e avaliar alguns pontos importantes e não exaustivos relacionados aos produtos e serviços da instituição e canais de comercialização. 

“Esse levantamento deve verificar como estão estruturados esses produtos, os controles existentes para identificar situações suspeitas, indicadores e acompanhamento para sinalizar a utilização na lavagem de dinheiro. Deve qualificar também os tipos de serviços prestados aos seus clientes, com o mesmo objetivo de prevenir e mitigar. Sobre os canais de comercialização, é importante avaliar se há mecanismos de controle, regras e relatórios suficientes e eficazes para a identificar os riscos envolvidos”, avalia Ramiro.

Depois de executado o levantamento prévio, é preciso avaliar os riscos aos quais a empresa está exposta em relação às regulamentações, como também seu apetite diante deles, submetendo o resultado dessa avaliação aos órgãos competentes da instituição para conhecimento e tomada de decisão. A partir desta definição é desenvolvido um plano de ação com as medidas necessárias para correção.

Não existe uma área específica onde o processo deva ocorrer, mas é indicado que sejam escolhidos departamentos técnicos, como de compliance, riscos operacionais ou auditoria interna ou externa. E para tornar a avaliação interna de risco mais eficaz e transparente, é indicado contratar uma empresa terceira para sua execução.

“A principal vantagem nesse caso é contar com uma equipe sem vícios dos fluxos, responsáveis pelo processo e modelo de funcionamento daquela instituição que está desenvolvendo a avaliação. E o mais importante: que seja escolhida uma empresa com know how e profissionais com experiência e conhecimento necessários para a realização deste levantamento e a emissão de um relatório preciso”, aconselha o diretor especialista da AML.

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Prevenção e investigação de fraudes financeiras

A criatividade para a realização de fraudes tem evoluído na mesma cadência da evolução dos mecanismos de proteção. Entretanto, com as devidas ferramentas, assim como estudo e pesquisa, é possível detectar pequenos detalhes que podem esclarecer como certas fraudes ocorreram, quem eram os envolvidos e, principalmente, o valor financeiro que foi perdido.

É nessa etapa que o Grupo Minori junta forças com a AML Risco Reputacional para auxiliar as instituições no combate a fraudes. 

A AML, que oferece uma plataforma de monitoramento de mídias, listas locais e internacionais de sanções como também de transações financeiras para detecção de fraudes e outros crimes financeiros, encontra na parceria com a Minori o desenvolvimento de um trabalho complementar de busca inteligente de informações, no intuito de enriquecer o quadro de riscos dos perfis CPF ou CNPJs que estejam em foco pelo cliente, relativos a atividades que envolvam direta ou indiretamente crimes financeiros, como fraude.

O grupo Minori se ancora em 26 anos de expertise para investigar as características relacionadas a situações de risco do perfil analisado com potencial de ameaça à organização, com o objetivo de gerar compreensão do fenômeno de predisposição ao crime e incrementar assim a prevenção de riscos futuros que a empresa está sujeita.

Quer saber mais sobre como a parceria AML e Minori pode auxiliar a sua empresa no combate à fraude? Entre em contato com nossos especialistas. 

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