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Os 10 benefícios de PLD-FT oferecidos pela AML

Não são raras as notícias envolvendo escândalos de corrupção no Brasil. A Operação Lava Jato revelou um dos maiores esquemas de lavagem e pagamento de propina do país, envolvendo políticos e empresários.  

A preocupação com a prevenção à lavagem de dinheiro e combate ao financiamento do terrorismo é uma constante que atinge empresas de diversos segmentos. Segundo a legislação brasileira, as instituições financeiras devem implementar ações de PLD-FT a fim de identificar o uso dos seus serviços nas práticas de crimes financeiro. 

Lei Anticorrupção norteia a implementação de políticas e medidas de combate a fraudes, desvios de conduta e outras práticas que podem comprometer a imagem da instituição, levando a perdas financeiras e legais.

Com base na legislação, as empresas envolvidas em crimes de corrupção podem ser penalizadas, independentemente da responsabilização de seus dirigentes ou de agentes públicos. Isso significa que as companhias devem rever criteriosamente suas práticas internas e relações comerciais, além de acompanhar seus colaboradores, uma vez que a lei não admite alegação de desconhecimento dos fatos ocorridos.

No intuito de auxiliar as empresas no cumprimento de normas, bem como as exigências previstas nas leis e regulamentações vigentes, a AML desenvolveu soluções completas que oferecem dados indispensáveis para as áreas de PLD-FT, Compliance e correlatas.

Conheça alguns dos benefícios de PLD-FT oferecidos pela AML:

1. Resultados baseados na Abordagem Baseada em Risco (ABR)

Esta metodologia garante que as empresas analisem cada situação de forma específica, possibilitando a adoção de medidas proporcionais ao risco que cada cliente representa quanto à lavagem de dinheiro e movimentações suspeitas.

2. Mitigação de riscos reputacionais e legais

A AML disponibiliza aos seus clientes o acesso a dados tratados do maior e mais completo banco reputacional da América Latina. Isso significa que é possível checar se o nome de um determinado perfil consta em alguma lista restritiva ou possui informações desabonadoras. Esta medida ajuda a instituição evitar relações com organizações ou pessoas envolvidas em alguma situação desabonadora.

3. Agilidade nas análises e otimização de tempo 

Uma das ferramentas oferecidas pela AML é o Risk Money Due Diligence. Por meio da plataforma é possível acessar informações precisas que podem impactar de forma significativa o processo de análise de dados, pois garante acesso às informações relevantes por meio de pesquisas por CPF e CNPJ e com mais de 99% de assertividade.

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4. Geração de alertas de situações suspeitas de lavagem de dinheiro

Com a ferramenta Risk Money Monitor, a instituição poderá monitorar cadastros e transações financeiras para a detecção de situações suspeitas de lavagem de dinheiro. Além disso, essa tecnologia possibilita que a instituição configure as regras de alertas de modo que facilite o cumprimento das exigências definidas pelos órgãos reguladores.

5. Mídia tratada e listas de sanções nacionais

A AML possibilita o acesso a perfis identificados na mídia e em listas restritivas nacionais.

Assim, é possível descobrir se o nome de uma pessoa física ou jurídica está associado a crimes econômicos e infrações penais. As informações são acompanhadas de CPF ou CNPJ, bem como o cadastro de seus respectivos sócios e empresas, para auxílio no processo de busca pelo beneficiário final.

6. Lista PEP mais completa do mercado

A lista PEP da AML é uma das mais completas do mercado, pois traz informações sobre PEPs (Pessoas Expostas Politicamente) e pessoas relacionadas a elas. Além do rastreamento da PEP, a lista contém informações sobre crimes com os quais está associada, atendendo todas as exigências da legislação vigente, além das melhores práticas estabelecidas por entidades internacionais.

7. Mineração de dados feita por especialistas

A AML possui uma equipe de especialistas que atualizam diariamente as informações contidas nos seus bancos de dados. Eles fazem a captura e avaliam a relevância de cada informação antes de cadastrá-la, possibilitando o acesso a dados precisos e previamente tratados.

8. Auxílios nos Programas de Conhecimento

Assegurar o pleno funcionamento dos programas Conheça o seu Cliente, seu Fornecedor e seu Funcionário é primordial para toda empresa que deseja estar em conformidade com o que diz as leis e normas dos órgãos reguladores. Mas como fazer isso de forma manual? É preciso contar com ferramentas que facilitem o monitoramento de cadastros e consultas prévias. A AML possui um conjunto de ferramentas que auxiliam nos Programas Conheça, facilitando as tarefas do dia a dia por meio de processos automatizados. 

9. Acesso a dados para a gestão de fornecedores

Com o Risk Money Due Diligence, as instituições podem acessar, previamente, informações reputacionais acerca de um determinado fornecedor com o qual pretende estabelecer relação comercial. Com base nos resultados obtidos, a empresa poderá optar ou não pela contração de serviços ou produtos.

10. Redução de perdas com fraudes

O uso da solução tecnológica adequada possibilita às empresas avaliarem a idoneidade de seus clientes, fornecedores e prestadores de serviços, garantindo mais segurança para a realização de contratos comerciais e as demais relações.  Além disso, facilita a checagem de documentos e informações fornecidas por organizações e pessoas. Tal procedimento ajuda a prevenir riscos que podem causar perdas legais e financeiras.

Quer conhecer mais sobre as soluções da AML? Entre em contato com a nossa equipe e agende uma conversa com nossos especialistas em PLD-FT.

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Regulamentação de criptomoedas no Brasil

Recentemente, a Receita Federal publicou a Normativa RFB 1.888/2019, que trata sobre a comunicação de transações de criptomoedas ao Fisco. Todos os meses, as Exchanges deverão reportar ao governo as transações que, isoladas ou conjuntamente, ultrapassem R$ 30.000,00.

Apesar desta normativa, o mercado ainda espera pela chancela definitiva dos reguladores do mercado financeiro, pois no tocante a este assunto, as autarquias responsáveis pela fiscalização deste setor ainda não criaram nenhuma norma específica.

Em 2017, o Banco Central emitiu um alerta sobre as ameaças envolvendo negociações de moedas virtuais. Entre os pontos citados, destacou a importância de se observar a legislação cambial do país em transferências internacionais envolvendo criptoativos. Recentemente, também publicou em seu site a decisão de considerar, na balança comercial do país, os dados de compra e venda de ativos digitais.

O posicionamento da CVM sobre o tema pode ser conferido na Circular nº 11/2018. Segundo o documento, o investimento indireto em criptoativos, por meio da aquisição de cotas de fundos e derivativos, são permitidos, desde que aceitos e regulamentados naqueles mercados. No entanto, cabe aos administradores, gestores e auditores independentes observar determinadas diligências na negociação.

Possíveis crimes envolvendo o uso de criptomoedas 

Criminosos têm usado a fragilidade do ambiente virtual para praticar diversos crimes, dentre eles a destaque-1-6062948cyber–lavagem. Eles se beneficiam do anonimato garantido aos usuários do blockchain, pois as autoridades não conseguem rastrear a origem dos recursos movimentados. Isso significa que o risco associado ao uso do mercado de criptonomia para práticas criminosas permanece, apesar das normas da Receita Federal.

A vulnerabilidade destes ambientes também pode facilitar o roubo de dados e valores por hackers, além do financiamento do terrorismo. De acordo com o jornal The New York Times, terroristas ligados ao grupo pró-palestina chegaram a criar um site disponível em sete línguas para promover campanha de arrecadação de criptomoedas.

Alertas como estes devem estimular mudanças regulatórias globais que tenham como objetivo coibir crimes e garantir segurança jurídica para empreendedores e usuários.

O Brasil, assim como outros países, sabe que o tema é urgente e está buscando compreendê-lo, e deve, no tempo apropriado, criar legislações cada vez mais específicas. Enquanto isso não ocorre, as operações envolvendo o uso de criptomoedas seguem sendo permitidas, desde que as partes envolvidas na transação estejam de acordo.

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II Compliance Across Americas contou com patrocínio da AML Reputacional

O II Compliance Across Americas aconteceu em São Paulo, nos dias 05, 06 e 07 de setembro e promoveu a troca de informações e experiências nas áreas de Gestão de Risco, Compliance e Governança.

A AML foi patrocinadora do IV Congresso Integra, que reuniu especialistas dos setores públicos e privados de todo Brasil, a fim de incentivar a adesão das empresas à cultura da ética e integridade que vem com o Compliance, auxiliando-as a se prepararem para enfrentar os desafios do mercado globalizado.

O Diretor de Negócios da AML, Joaquim Cunha, participou do Congresso em um painel sobre a Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Compliance Financeiro, compartilhando sua experiência em PLD. Ele falou um pouco sobre a legislação de prevenção à lavagem de dinheiro, o atual sistema de PLD no Brasil, as instituições que compõem o setor obrigado e a UIF (Unidade de Inteligência Financeira).

Durante o painel, Joaquim reforçou a importância do setor privado no sistema de PLD brasileiro, dizendo: “Se as pessoas obrigadas não conhecerem o seu cliente, não identificarem operações suspeitas e não comunicarem à UIF, o sistema não irá funcionar. Ele depende fundamentalmente de todos os elos.

Você conhece a Lista PEP mais completa do mercado? Saiba mais sobre os benefícios da Lista PEP da AML

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