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Use as tecnologias de monitoramento a seu favor

Em virtude da Lei nº 9.613/98 – que trata  dos crimes de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores e da prevenção da utilização do sistema financeiro para ilícitos previstos – as empresas que atuam no mercado financeiro, de capitais e segurador, dentre outros, passaram a ser obrigadas a cumprir uma série de medidas para identificar clientes, registrar e monitorar operações e comunicar as situações que pudessem caracterizar suspeita de prática de lavagem de dinheiro.

Em 2012, a Lei nº 12.683 tornou ainda mais severo o combate à lavagem de dinheiro e passou, por exemplo, a considerar todo e qualquer crime como antecedente à lavagem de dinheiro, já que antes apenas os chamados crimes graves, a exemplo da corrupção e o tráfico de drogas eram considerados antecedentes. Além disso, a nova lei ampliou o número de setores que devem obrigatoriamente implantar sistemas de PLD/FT, alterou o valor da multa por não cumprimento dessas obrigações, podendo chegar a R$ 20 milhões e não mais R$ 200 mil, como previa a legislação anterior; determinou a pena de três a 10 anos de reclusão, entre outros aspectos agravantes.

Desafios do profissional de PLD-FT

Diante deste cenário complexo e de expressiva responsabilidade, as instituições se viram compelidas a adotar procedimentos cada vez mais rigorosos para a detecção de riscos dessa natureza, sobretudo em processos de aceitação de clientes, atualização cadastral, monitoramento de transações e na obrigatoriedade da comunicação de situações suspeitas.

Neste contexto, a tempestividade surge como um elemento precioso para o êxito dessas ações, logo, torna-se imprescindível o uso inteligente da tecnologia, que permite uma gama imensa de possibilidades para se otimizar esse tempo e, por consequência, garantir o cumprimento das obrigações impostas, com maior assertividade.

Você já imaginou  ter que, de forma manual, identificar se os novos clientes de sua empresa já foram alguma vez citados em mídias por envolvimento em atos ilícitos, em listas restritivas ou em processos judiciais?Ou ainda se são Pessoas Expostas Politicamente (PEP) ou se são parentes ou de relacionamento próximo de PEPs? Haveria a necessidade de se contratar um exército de pessoas para esse fim e ainda assim não haveria a garantia de uma boa gestão de risco  em tempo hábil.

Vantagens da tecnologia

tecnologia_edit2-2129910Hoje, por meio de uma ferramenta tecnológica, é possível, em poucos segundos, avaliar o risco de clientes, sabendo, por exemplo, se estão ou não envolvidos em crimes antecedentes ou se possuem empresas em comum com um outro que esteja. Pode-se afirmar que a tecnologia auxilia no cumprimento das regulamentações de PLD/FT e ajuda na prevenção de riscos legais e reputacionais.

Portanto, os profissionais que atuam no setor de PLD/FT precisam conhecer profundamente as tecnologias que lhes serão úteis nos processos de onboarding (entrada de novos clientes), na devida diligência, bem como no monitoramento automatizado de cadastros e transações de clientes.

Assim, conhecendo esses desafios e pensando em atender às necessidades das instituições, a AML desenvolveu soluções como o Risk Money Due Diligence, maior banco de dados reputacional da América Latina, que auxilia nas ações de background check,  oferecendo assertividade nos resultados e garantindo uma ampla cobertura de informações fundamentais para a tomada de decisões que envolvem as rotinas do profissional de PLD-FT, permitindo, inclusive, consultas automatizadas via webservice por meio de nomes e CPF/CNPJ. Somando-se a essa solução a AML disponibiliza o Risk Money Monitor, um sistema altamente sofisticado para o monitoramento dos clientes e de suas operações financeiras, tendo por base a metodologia de Abordagem Baseada em Risco (ABR), constante da recomendação 1 do Gafi.

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Lei Anticorrupção: multas e sanções ao descumprir a legislação

A Lei Anticorrupção nº 12.846, publicada em 2013, entrou em vigor em janeiro de 2014. Desde então, empresas envolvidas em casos de corrupção contra a administração pública nacional ou estrangeira podem ser punidas com multas e sanções. Além disso, ela responsabiliza administradores e funcionários ou qualquer outra pessoa que tenha participado de atos ilícitos. 

De acordo com a lei, a instituição alvo de processo administrativo pode ser obrigada a reparar danos relacionados aos atos de corrupção praticados. A condenação ocorre independente da comprovação de culpa da pessoa que praticou o ato.

Veja as multas e sanções previstas na Lei Anticorrupção:

Na esfera administrativa, a instituição envolvida em corrupção pode ser punida com o pagamento de multa de até 20% do faturamento bruto da empresa, ou ser obrigada a pagar até 60 milhões de reais, quando não for possível calcular o valor do faturamento bruto.    

Além disso, a instituição pode sofrer sanções como: 

  • Perda dos bens, direitos, ou valores, que representem vantagem ou proveito obtidos direta, ou indiretamente, pela prática dos atos. 
  • Suspensão ou interdição parcial de suas atividades. 
  • Dissolução compulsória da empresa.  
  • Proibição de receber incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos de órgãos ou entidades públicas e de instituições financeiras públicas ou controladas pelo poder público, pelo prazo mínimo de um e máximo de cinco anos.                                                                               

Em resumo, empresas envolvidas em atos de corrupção podem sofrer sérias consequências. Além dos prejuízos financeiros, podem ter perda reputacional, o que pode significar até mesmo o fim dos negócios.   

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Glossário PLD-FT

http://contato.amlreputacional.com.br/glossariopldft

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Novo Treinamento Online

A nova versão do Treinamento Online de Prevenção dos Crimes de Lavagem de Dinheiro e Financiamento do Terrorismo já está disponível. Os principais diferenciais do curso são: o formato de vídeo, acesso no período de um ano, relatórios de logins e muito mais!

Veja o que o Alexandre Botelho tem a dizer sobre o novo formato!

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Motivos para você escolher a AML

Entenda por que o Risk Money Due Diligence é a melhor ferramenta para pesquisa reputacional de clientes

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Conheça mais detalhes do Curso Avançado de PLD-FT da AML

Você ainda não sabe por que escolher o Curso Avançado da AML? Confira o recado do diretor especialista e coordenador do curso Alexandre Botelho e descubra como se tornar o profissional mais capacitado do mercado.

As inscrições para a turma de outubro já estão abertas.

Para mais informações, acesse:

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AML promove mais uma turma do Curso Avançado

A AML realizou, em sua sede, mais uma edição do Curso Avançado de PLD-FT. A turma estudou tanto a parte teórica das legislações e melhores práticas, como a parte prática em uma ferramenta de monitoramento. Veja alguns depoimentos.

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Os artigos sobre reputação empresarial que você deve ler

Reputação corporativa nas empresas brasileiras: Uma questão relevante para o desempenho empresarial?”

Neste artigo, os autores, Vanessa Ingrid da Costa Cardoso, Mestre em Administração e Controladoria pela UFC, Márcia Martins Mendes de Luca, Doutora em Controladoria e Contabilidade pela USP, Gerlando Augusto Sampaio Franco de Lima, Pós–Doutor em Contabilidade pela University of Illinois at Urbana Chapampaign e Professor Associado do Departamento de Ciências Contábeis e Atuária da FEA/USP e Alessandra Carvalho de Vasconcelos, Doutora em Engenharia de Produção, na Universidade Federal de Santa Catarina, relacionam o desempenho empresarial das companhias, com o valor reputacional construído junto aos seus diversos públicos. Eles chamam a atenção ainda quanto a influência que a reputação empresarial exerce na autoestima dos funcionários. Segundo eles, o cenário mercadológico atual exige das companhias um esforço para construir uma boa imagem perante seus clientes, além de aprimorá-la por meio de adoção de boas práticas. Afirmam também que a reputação empresarial garante às empresas vantagens competitivas e crescimento.

“Comunicação corporativa e a reputação empresarial “

Neste artigo, o autor, Belmiro Ribeiro da Silva Neto, Professor da FGV-EAES, fala sobre a importância da comunicação corporativa para a construção da imagem de uma instituição junto ao público. Ele chama a atenção para o fato da credibilidade das empresas estar sob constante teste. Neste aspecto, momentos de crises podem revelar o despreparo das empresas em estabelecer canais de comunicação. De acordo com ele, o discurso adotado deve ser claro e preciso. O autor destaca que a comunicação não pode ser apenas reativa, ou seja, precisa ser construída dia após dia.

“Os desafios da gestão da reputação corporativa”

Neste artigo, o autor, Eduardo Augusto, Prof. Conferencista na ECA/USP, chama a atenção para as dificuldades que as empresas encontram no tocante à gestão da imagem reputacional. Ele menciona o fato de as companhias estarem sob constante pressão da sociedade. Fala da verdadeira motivação de algumas companhias ao implantarem políticas de responsabilidade social e de sustentabilidade. Segundo ele, tais medidas são mais orientadas pelo retorno financeiro, quando deveriam ser motivadas pela ética e o compromisso com os seus públicos.

“A relação entre reputação corporativa e responsabilidade social corporativa”

Neste artigo, as autoras, Elisabeth Barbieri Lerner, Mestre em Administração de Empresas pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie e Eliane Pereira Zamith Brito, Mestre em Administração pela Fundação Getulio Vargas, avaliam a relação entre reputação empresarial e responsabilidade social, a partir da perspectiva de clientes internos e externos das empresas. Elas também comentam sobre os resultados obtidos a partir de análises de dados coletados junto aos clientes e funcionários.  De acordo com o artigo, as empresas que não assumem uma postura socialmente correta perante à sociedade, dificilmente conquistarão reputação empresarial.

“Reputação corporativa: Uma revisão teórica”

Neste artigo, a autora, Patrícia de Salles Vance, Doutora em Administração de Empresas, na Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo – FEA-USP e Claudio Felisoni de Ângelo, Doutor em Economia, pela Universidade de São Paulo, relembram pesquisas e estudos feitos sobre o tema. O objetivo do artigo é propor uma revisão sobre as literaturas já publicadas sobre o assunto, e mostra os conceitos usados por outros autores que também abordaram a reputação empresarial. Ela aponta as definições, identifica os termos relacionados e amplia as possibilidades para a realização de estudos futuros.

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Com que frequência o profissional de PLD-FT deve se capacitar?

Qual é a importância da capacitação para os profissionais da área de PLD-FT?

As atividades a cargo da área responsável pela gestão de PLD-FT exigem que os seus profissionais tenham um profundo conhecimento dos produtos e serviços oferecidos pela instituição, bem como dos riscos associados a cada um deles. Portanto, a capacitação profissional dessas pessoas possibilitará que elas tenham condições de identificar tais riscos, de implementar as políticas, os procedimentos e os controles internos adequados, e ainda estejam capacitadas a realizar as diligências necessárias para a realização das devidas comunicações ao COAF.

Com que frequência o profissional de PLD-FT deve se capacitar?

Por se tratarem de atividades bastante dinâmicas, as quais envolvem constantes alterações da legislação e regulamentação vigentes e das melhores práticas nacionais e internacionais, a capacitação dos profissionais de PLD-FT requer ações continuadas, até porque as organizações criminosas envolvidas com os crimes de lavagem de dinheiro e de financiamento ao terrorismo estão sofisticando, a cada dia, os seus artifícios que objetivam burlar os controles implementados pelas áreas de PLD-FT.

Quais métodos podem ser utilizados pelo profissional de PLD-FT para alcançar a capacitação profissional?

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São diversas as ações de capacitação profissional, as quais envolvem, desde a realização de cursos de pós-graduação e MBA em Gestão de Riscos, até mesmo cursos técnicos de PLD-FT de curta duração, ministrados por entidades reconhecidas pelo mercado. A participação em eventos promovidos pela área e a obtenção de uma certificação profissional em PLD-FT complementam os esforços para a constante busca da capacitação desses profissionais.

Quais aspectos devem ser observados em um programa de capacitação profissional de PLD-FT?

Participar de treinamentos que conciliem, de forma bastante equitativa, os aspectos teóricos e práticos necessários à capacitação desses profissionais, habilitando-os não apenas a compreender os aspectos conceituais sobre a importância dos temas, como também conhecer profundamente a legislação e a regulamentação vigentes, bem como as melhores práticas de mercado adotadas para a implantação de políticas, normas e controles internos para o monitoramento de transações e clientes, realização de investigações adequadas aos níveis de risco das operações e situações suspeitas, elaboração dos Relatórios de Inteligência Financeira a serem apresentados aos comitês executivos e na realização das devidas comunicações ao COAF.

Onde o profissional de PLD-FT pode encontrar apoio para capacitar-se?

Através da leitura e compreensão das Recomendações do GAFI, da legislação e regulamentação vigentes, do entendimento das melhores práticas de mercado, da participação em reuniões de comissões técnicas instituídas por associações e institutos, da participação em eventos promovidos pelas áreas e ainda da troca de experiências com os demais profissionais que atuam em PLD-FT.

Pensado nisso, a AML realiza palestras gratuitas com temas voltados para a área de atuação destes profissionais. Estes eventos são excelentes oportunidades de aprendizado e de aprimoramento profissional.

Já o profissional que almeja conhecer profundamente a legislação e a regulamentação vigentes, deve fazer o Curso Avançado de PLD-FT, desenvolvido pela AML. Em um formato inovador, que concilia aspectos teóricos e práticos, o curso ajuda o profissional a ficar por dentro das melhores práticas de mercado adotadas no combate e prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. Ele atende empresas do mercado financeiro, de capitais e segurador. Pensado nisso, a AML realiza palestras gratuitas com temas voltados para a área de atuação destes profissionais. Estes eventos são excelentes oportunidades de aprendizado e de aprimoramento profissional.

Além disso, por meio do treinamento on-line, criado pela AML, a instituições podem capacitar seus colaboradores sobre temas de prevenção à corrupção, à lavagem de dinheiro e fraudes. É um modelo simples de capacitação profissional que não interfere na rotina dos colaboradores. Além disso, a plataforma pode ser gerenciada pelas áreas de RH, PLD-FT, ou Compliance. No término do treinamento, são fornecidos relatórios de participação.

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